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Mais de 180 nações discutem o clima no Quênia 
O clima e as atitudes que os governos e indivíduos precisam adotar para evitar que as catástrofes causadas pelo aquecimento global aumentem em um futuro próximo são alguns dos temas discutidos por representantes de 189 países durante a COP-12 – a 12ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas - que iniciou nesta segunda-feira em Nairóbi, no Quênia. A defesa de mecanismos práticos para ajudar os países pobres, especialmente os africanos, a lidar com os fenômenos climáticos dominou as discussões do primeiro dia do evento.
Os participantes da reunião avaliam também o futuro do Protocolo de Kyoto – tratado que entrou em vigor no início de 2005 para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa (GEE) e promover o desenvolvimento sustentável. Conforme o acordo, os países ricos, culpados historicamente pela grande geração de gases como o dióxido de carbono (CO2) durante o processo de industrialização, têm a obrigação de reduzir, entre 2008 e 2012, as emissões de GEE em 5,2% em relação aos níveis registrados em 1990. Para além dessa primeira fase do tratado, nada está definido ainda.
Especialistas acreditam que há pouco tempo para agir. Um relatório britânico apresentado na última semana informa que, a menos que os governos ao redor do mundo adotem medidas drásticas agora para barrar o aquecimento global, o fenômeno custará à economia mundial até $7 trilhões, podendo forçar a migração de até 200 milhões de pessoas devido a enchentes e secas. O autor do estudo, economista Nicholas Stern - ex-chefe Economista do Banco Mundial - sugere que 1% do produto interno bruto (PIB) global seja gasto imediatamente na mitigação das mudanças climáticas, para evitar maiores custos mais tarde. Não agir pode levar a uma queda de 5% a 20% do PIB global, e tornar grandes porções da superfície terrestre inabitável.
Escrito por cesarbosque às 23h32
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EUA reafirmam posição contra limite para emissões de CO2
´Estamos muito bem´ sem restrições obrigatórias, diz o negociador americano, Harlan Watson, afirmando que a política de seu país não mudará no governo Bush
O principal negociador dos Estados Unidos para a questão da mudança climática defendeu a posição de seu governo contra limites obrigatórios para as emissões de gases que causam o efeito estufa, e disse que essa postura dificilmente mudará durante o governo de George W. Bush.
Na abertura da conferência de duas semanas sobre o tratado das Nações Unidas a respeito da mudança climática, Harlan Watson afirmou que seu país está fazendo mais para conter as emissões de gases do efeito estufa, por meio de ações voluntárias, do que alguns países comprometidos com o Protocolo de Kyoto, rejeitado pelo governo Bush.
"Salvo poucas exceções, o que se vê são as emissões aumentando de novo", disse Watson, referindo-se às nações signatárias do acordo, que impõe metas para a redução da emissão dos gases que alteram o clima.
Relatório recente das Nações Unidas informa que as emissões de gás carbônico, o principal componente do efeito estufa, voltaram a aumentar, com a retomada do crescimento econômico na Europa Oriental. Outro texto recente, sobre a situação na União Européia, diz que o bloco só conseguirá cumprir seus compromissos com Kyoto se alguns países aceitarem sacrifícios extras, para cobrir as falhas de outros.
Países em desenvolvimento, a União Européia e ambientalistas querem que os EUA aceitem cortes obrigatórios para depois de 2012, quando Kyoto expira.
Entre os países que aceitaram as imposições do tratado, a Alemanha cortou suas emissões em 17% entre 1990 e 2004. A Grã-Bretanha, em 14% e a França, em quase 1%.
Escrito por cesarbosque às 23h28
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Mil desculpas 
Por não ter alimentado com frequência meu blog, o motivo é plausível.Estou na etapa final, de adquirir informações teóricas ao meu TCC.
Escrito por cesarbosque às 00h41
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Campanha pede 1 bilhão de árvores contra o efeito estufa
O projeto, lançado por uma ganhadora do Nobel da Paz, pede que os participantes usem um website especial, criado pela ONU, para registrar as árvores plantadas
NAIRÓBI - A ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, Wangari Maathai, convocou cidadãos de todo o mundo para plantar 1 bilhão de árvores ao longo de 2007, a fim de combater o aquecimento global. "Isto é algo que qualquer um pode fazer", disse Maathai, durante a conferência das Nações Unidas sobre a mudança climática, que levou delegados de mais de 100 países ao Quênia.
Maathai, que em 2004 tornou-se a primeira negra africana a ganhar um Nobel, disse que o objetivo da campanha é inspirar o cidadão comum a fazer algo pelo ambiente. Mas ela ressaltou que é importante garantir que as árvores prosperem depois de plantadas.
"Uma coisa é plantar uma árvore, outra é fazê-la sobreviver", disse Maathai, que fundou o Partido Verde do Quênia em 1987. "Se você sabe que não vai cuidar da árvore, nem se incomode".
Cientistas atribuem a elevação média da temperatura global ao longo do século 20, de 0,6º C, à acumulação de dióxido de carbono e de outros gases que prendem o calor na atmosfera. Boa parte do aumento da concentração desses gases é atribuída à atividade humana, principalmente indústrias e automóveis.
A África, que já corre diversos riscos de desequilíbrio ambiental, é o continente que mais deverá sofrer com o deslocamento das zonas climáticas e secas.
A destruição de árvores, com a queima da madeira contribui com o aquecimento global, liberando cerca de 370 milhões de toneladas de gases do efeito estufa a cada ano - cerca de 5% do total global - dizem cientistas. Plantar árvores pode compensar parte do dano ambiental, porque as plantas absorvem gás carbônico.
O projeto de plantio de árvores, organizado pelo Programa das Ações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), mostra que a "ação (contra a mudança climática) não precisa ficar confinada aos corredores das salas de negociação", afirma Achem Steiner, diretor-executivo do Pnuma.
O projeto pede que os participantes entrem no website do Pnuma e registrem as árvores plantadas.
Fonte: J. Meio Ambiente
Escrito por cesarbosque às 00h37
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Calendário Ambiental(Novembro)
9 - Dia do Urbanismo
Escrito por cesarbosque às 00h35
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